7 de abr de 2013

OS LÍRIOS

Pobre blog! Só me disponho a escrever quando não tenho tempo. O que dizer em minguados três minutos? E o que mais tenho feito na atualidade é escrever: projeto, artigo, conto... O blog cumpre exatamente essa função, dizer sem dizer, frase que me remete à filosofia zen budista. Aliás, escolhi um lugar completamente insólito para as minhas reflexões sobre o zen. O Facebook. Nada mais inadequado, alguém poderia dizer. Bem, eu insiro "lições matinais". Geralmente historietas da literatura oriental. E devo confessar que a iniciativa não é tão nobre assim. As lições são oferecidas a mim, eu as leio para relembrar, para manter aceso o fogo da sabedoria. Quem quiser que aproveite. E me lembro do ditado chinês: quando o mestre está pronto o discípulo aparece. Mudando de assunto. A semana passada foi duríssima! É bem verdade que nunca tive "refresco" na vida. Mas me confesso surpreso com a forma tranquila com que lidei com tantas e tantas situações novas e complicadas. E postei no no "Face": "Olhai para os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham, nem fiam. Eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles". Uma lição de humildade, de devoção ao curso da natureza, enfim, o Tao...

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