14 de jan de 2010

OUTRA RESPOSTA

Mais uma resposta. Sempre me perguntam porque não me interesso mais por oráculos, principalmente ao saber que já dei cursos de i-ching. Por vários motivos, mas talvez seja essencial destacar a obviedade da maior parte da histórias. A experiência já indica o desfecho e a sensação que fica é a de cinema norte-americano. Eu poderia citar alguns exemplos, de casos recentes e que até me envolvem. Eu já sabia o resultado com bastante antecedência. Provavelmente todos nós sabemos, mas é preferível uma esperança falsa que a realidade dura. Evidentemente existe o imponderável, o fortuito, algo parecido ao princípio da incerteza da física. Vou oferecer um exemplo. Eu brincava de roleta e jogo perdeu a graça quando todo mundo começou a ganhar bastante. Então, concluí ainda criança que para ganhar era preciso jogar bastante. Um porém: o dinheiro da brincadeira era de mentira...

Um comentário:

Maria disse...

Nesse contexto oracular de perguntas e respostas, obviedades e desfechos pré-sabidos. Fica uma pergunta no ar... E a vontade? Até onde ela pode nos levar?