22 de abr de 2010

JOGOS

Pebolim. Eu cresci jogando totó. Joguei hoje sem que o sangue esquentasse como no passado. Apreciei a partida de sinuca sem entusiasmo, enquanto a televisão exibia um jogo de futebol. Perdi o gosto por joguinhos. Ah! Lembro-me dos inteligentes jogos da Grow, que me divertiram em muitas tardes de domingo. Partidas de futebol... nem me recordo da última. Os games em primeira pessoa... jogos e jogos... E os botões? Adorava. Poxa, damas, xadrez, dominó, cartas... Hoje não gosto da expressão "passar o tempo"; o tempo é precioso, não deve ser "passado" e nem "morto". A lista é bem maior, dos jogos que curti ao longo da vida. Penso, hoje, que o jogo faz bem quando é apenas um jogo - uma atividade que exercita a mente, que diverte e ponto. Há quem jogue a própria vida ou que passa a vida jogando. Realmente não ando muito interessado em jogos de qualquer espécie. Principalmente jogos que envolvam pessoas de carne e osso.

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