6 de fev de 2010

SONHOS E MACARRÃO

Ele voltou. Um balde cheio de sangue e uma seringa, assim ocupava os braços. Sua secretária parecia exultante. Havia morcegos e caldeirões. Hemorragia. Ufa! Acordei! Era apenas um sonho e sonhei com o doutor Gengis. O siso ainda dói. Não há como mastigar com o lado direito. Segunda estarei novamente na Mongólia, digo, no consultório. Ando com muita fome. Hoje... tchan! tchan! tchan! Hoje receberei a visita do meu pai. Ele e sua esposa. Meu pai é bom de pá, digo, de garfo. Come bem o baiano... Farei macarrão, é claro; e minhas primeiras almôndegas, de frango também é claro. Hum... Deve dar certo. Faço uma "salpimôndega" - vou misturando tudo... Se os ingredientes são bons, o resultado final deve ser bom também. Não sei quantos dias vão ficar. Cardápio. No café: macarrão; almoço: macarrão; janta: macarrão. Ótimo! Pior mesmo é encarar o doutor Gengis até em sonho...

Um comentário:

MM disse...

Sonho ou pesadelo? Existem sonhos que duram muito. É salutar? Todo sonho deve durar? Mas existem também pesadelos que insistem em não terminar. “A virtude está no meio.” Mas o meio onde é que está? Depois de tanta aflição, João, confesso que fiquei curiosa para saber como será o grand finale. Sugiro compartilhar...